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martes, 25 de marzo de 2008

Aberração político-acadêmica


Sem dúvida estas não são os episódios que me fazem ficar bem, tudo o contrário. Em algum ponto sigo sustentando que tenho (tive) razão, além das normas do decoro (suponhamos a existência de uma razão que supere à dessas normas).Os dilúvios sucederam quando estava ainda em meu escritório, trabalhando até as três da madrugada, oferecendo-se como um espetáculo para ver desde Internet umas simples directrizes, (como digo sempre, citando a Kafka: as decisões se tomam no escritório de ao lado, onde não há ninguém), aproveitando a meia hora que me sobrou depois de completar o que tinha que fazer no dia.
Aqui mencionarei a existência de uma "situação irregular" em minha desarticulada relação com a cohabitación, até faz pouco dirigida por Josep M. Aguirre i Font. Essa situação consistia singelamente no seguinte: o -politizado- professor de práticas me pôs um 2.25 no primeiro parcial prático. O caso é que -não vou pôr a detalhar demasiado- o parcial não tinha nenhuma correção, nenhum erro, nem sequer de redação, nada que permitisse justificar a primeira vista a redução de pontos.Pela primeira vez em minha experiência de aluno de Letras, estive significativamente em desacordo com a nota que me puseram (digo bem, que me puseram). Se o comuniquei via mail ao professor, e em fim, depois de alguma ida e volta relativamente incômoda -mas não muito- me convenci de que a melhor opção era que a leia o outro professor a cargo de nosso prático, e que decida ele.
Não creiam que foi fácil convencer-me da conveniência de encarar este procedimento; sou naturalmente não-confrontacional, e ademais, tratava-se de um reprovado, não de um sobressalente como eu me esperava. Provavelmente não o tivesse feito de não ser porque sou da orientação de teoria e não me agradou demasiado a forma de levar as classes deste professor de práticas.Mas que querem que faça. Estive a um cabelo de deixá-lo passar; mas pensei que depois me arrependeria, enquanto se me decidia a atuar, era menos provável do que isto sucedesse. Não estou seguro de que tenha sido assim.
Resumindo: hoje, terça-feira dia 25 de março, o professor espero que me conteste e que entregue meu parcial ao outro professor dizendo-lhe que, segundo minha opinião, estava "muito bem" (perdoem a falta de modéstia, mas o parcial não era difícil, e a verdade, estava bem, eu me tivesse posto um 9 sem pensá-lo muito), mas que não tinha mudado a nota, que não tinha querido interferir, que isso o decida o outro professor.Em algum momento ia ser necessário, então, enfrentar-se. O (que, como eu, tivesse esperado uma resposta mais asertiva de seu colega), em todo caso, ficou numa posição bastante instável: que fazer, então?Eu digo que é a primeira vez que peço que me mudem uma nota na faculdade; mas é profundamente desagradável para o professor tachar a nota original.
Bueno, terá que fazer um pequeno forçamento -em termos amáveis sem dúvida, mas não por isso menos dolorosos- no qual o duvidará e eu atirarei, com toda a suavidade possível, para meu lado, apoiando-me numa valoração objetiva.Finalmente chegaremos no ponto de fricção; algo terá que passar; eu não poderia aceitar perfeitamente que me deixassem um -injustificado- reprovado, mas para isso, o terá que se pôr firme, como o comunicou; se tudo ia ficar em que as notas são "subjetivas", então deixemo-nos de encher o saco.
Não me subirá a nota, não sem algum comentário do tipo "a mim não me importam as notas; vê-se que a ti se", tudo entre semisonrisas e aparente cordialidade rastrera que forrada, claro que me importam as notas (caralho), se a ti não te importam põe-me o 10 e acabemos com isto, total se despedirá com uma anedota, ao que sorrirei cordialmente; eu pensava: a próxima vez que se me ocorra a horrível e deleznable idéia de pedir que revisem a nota, vou ir direto ao centro do assunto, ou seja, vou ir à faculdade portando um arma chea de rosas. Ainda que tenha que reservar o último tiro do perfume para o parvo especulador que sou.Como consolo desestresante para esta desagradável fricção -que, repito uma vez mais, operou coberta da maior amabilidade-, voltarei ao trabalho cantando na bicicleta uma canção de Celine Dion que começa dizendo:

"I´m alive"

4 comentarios:

certificado dijo...

Cómo veis después de vuestros e-mails he corregido la fecha. Hoy es 25 de marzo y no 24. Con la rabia del momento y dado que aún no había ni he dormido, no había cambiado el día de autos.

Anónimo dijo...

Pensem el mateix que tu. Aquest pallasso ens ha castrat per a haver de corregir menys exàmens de la continuada.

Anónimo dijo...

Te doy il mi apoyo.

Anónimo dijo...

Solo puedo añadir: es una verguenza.

Que más te puedo decir Juan?

ciao