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lunes, 31 de marzo de 2008

INACTIVO HASTA NUEVO AVISO


Para evitar conflictos con la autoridad, el presente blog queda inactivo hasta nuevo aviso.

En espera de vuestra comprensión y deseándoos mi mayor agradecimiento por vuestra compañía, amistad y participación, se despide atentamente:

CERTIFICADO

jueves, 27 de marzo de 2008

Un poco de luz al final del túnel


Hoy se me han abierto un poco los ojos gracias a los comentarios de un gran profesor y asimismo una gran persona el Sr. J.A. Donaire durante su oratoria sobre el futuro del turismo.

Estoy totalmente de acuerdo con este Doctor en turismo sobre el incierto futuro del sector en España en general y Cataluña en particular.

Espero que las nuevas generaciones tendrán unas inquietudes más acordes con las sostenibilidad ambiental, el desarrollo de los países pobres y la visita turística a esos países hoy en día tan poco conocidos turísticamente tanto a nivel europeo o en nuestro caso a nivel español.

Como decía Donaire en su locución, hay varios miembros de diferentes países en la creación de riqueza turística para los habitantes de esas zonas geográficas desprotegidas económicamente pero con unos atractivos inmensos, turísticamente hablando. Pero de esos países punteros en el envío de formadores y mandos medios, los españoles (a pesar de ser una potencia turística) brillan por su ausencia.

Creo que es posible contribuir a la creación de riqueza en los países subdesarrollados o en vías de desarrollo no solamente a través de un turismo de "resorts" sino a un turismo responsable y con un tipo de empresas medianas, evitando las multinacionales del aquí te cojo y aquí te esquilmo (versión turística del aquí te pillo y aquí te mato).

Gracias, profesor, por hacerme ver un poco de luz en este inmenso túnel.

Maestro: Pongo esta música en tu honor

miércoles, 26 de marzo de 2008

Matéria LOW COST


Hoje continuaremos com um tema que me tem (nos tem) preocupados esta semana. Como sei que este blog o lêem bastante colegas, porei uns quantos "adicionados" mais ao tema incandescente de lhe avaliação contínua, da classe de Legislação Turística Pública, que em teoria deveria ser levada a cabo para nossa aprendizagem, e da que não temos nem sequer classe letiva.Depois de falar com alguns de vocês cheguei a ver ainda mais claros os seguintes pontos:

1 . Como se pode chamar avaliação contínua a uma matéria prática na que o professor não aparece?Não temos nenhuma classe prática, mais do que para comentar um trabalho que nos põe, sem ter dado sinais de vida e de uma maneira impessoal e que não tem nada que ver com o que o professor de teoria dá. À primeira prática me remeto.

2 . Como quer avaliar o citado interfecto uma classe à que nem ele mesmo vai?. E sem dizer tem o politizado de suas observações à mencionada prática.

3 . Que podemos esperar de um "docente" dessas características?. Não vos riais por favor ao ouvir esta palavra e penseis nesse indivíduo.

4 . Não lhe terá agradado nossas caras para sua falta de objetividade na qualificação dos resultados, ou será que algum dos trabalhos estava assinado com um nome em castelhano, que sabemos o não pode suportar.

Eu por minha parte me dou por vencido, dado que o mencionado e susodicho indivíduo Josep M. Aguirre i Font não contesta nem sequer para que se possa aceder a uma tutoria. Seguramente para cobrar o salário a final de mês sem ter dado classe, não tem esses remilgos.Dou por finalizado meu aposta pela avaliação contínua, despechado por sua falta de profissionalidade, de docência e sobretudo de personalidade.Indivíduos assim desprestigian o ensino e a docência.
Vemo-nos em junho, colegas.

martes, 25 de marzo de 2008

Aberração político-acadêmica


Sem dúvida estas não são os episódios que me fazem ficar bem, tudo o contrário. Em algum ponto sigo sustentando que tenho (tive) razão, além das normas do decoro (suponhamos a existência de uma razão que supere à dessas normas).Os dilúvios sucederam quando estava ainda em meu escritório, trabalhando até as três da madrugada, oferecendo-se como um espetáculo para ver desde Internet umas simples directrizes, (como digo sempre, citando a Kafka: as decisões se tomam no escritório de ao lado, onde não há ninguém), aproveitando a meia hora que me sobrou depois de completar o que tinha que fazer no dia.
Aqui mencionarei a existência de uma "situação irregular" em minha desarticulada relação com a cohabitación, até faz pouco dirigida por Josep M. Aguirre i Font. Essa situação consistia singelamente no seguinte: o -politizado- professor de práticas me pôs um 2.25 no primeiro parcial prático. O caso é que -não vou pôr a detalhar demasiado- o parcial não tinha nenhuma correção, nenhum erro, nem sequer de redação, nada que permitisse justificar a primeira vista a redução de pontos.Pela primeira vez em minha experiência de aluno de Letras, estive significativamente em desacordo com a nota que me puseram (digo bem, que me puseram). Se o comuniquei via mail ao professor, e em fim, depois de alguma ida e volta relativamente incômoda -mas não muito- me convenci de que a melhor opção era que a leia o outro professor a cargo de nosso prático, e que decida ele.
Não creiam que foi fácil convencer-me da conveniência de encarar este procedimento; sou naturalmente não-confrontacional, e ademais, tratava-se de um reprovado, não de um sobressalente como eu me esperava. Provavelmente não o tivesse feito de não ser porque sou da orientação de teoria e não me agradou demasiado a forma de levar as classes deste professor de práticas.Mas que querem que faça. Estive a um cabelo de deixá-lo passar; mas pensei que depois me arrependeria, enquanto se me decidia a atuar, era menos provável do que isto sucedesse. Não estou seguro de que tenha sido assim.
Resumindo: hoje, terça-feira dia 25 de março, o professor espero que me conteste e que entregue meu parcial ao outro professor dizendo-lhe que, segundo minha opinião, estava "muito bem" (perdoem a falta de modéstia, mas o parcial não era difícil, e a verdade, estava bem, eu me tivesse posto um 9 sem pensá-lo muito), mas que não tinha mudado a nota, que não tinha querido interferir, que isso o decida o outro professor.Em algum momento ia ser necessário, então, enfrentar-se. O (que, como eu, tivesse esperado uma resposta mais asertiva de seu colega), em todo caso, ficou numa posição bastante instável: que fazer, então?Eu digo que é a primeira vez que peço que me mudem uma nota na faculdade; mas é profundamente desagradável para o professor tachar a nota original.
Bueno, terá que fazer um pequeno forçamento -em termos amáveis sem dúvida, mas não por isso menos dolorosos- no qual o duvidará e eu atirarei, com toda a suavidade possível, para meu lado, apoiando-me numa valoração objetiva.Finalmente chegaremos no ponto de fricção; algo terá que passar; eu não poderia aceitar perfeitamente que me deixassem um -injustificado- reprovado, mas para isso, o terá que se pôr firme, como o comunicou; se tudo ia ficar em que as notas são "subjetivas", então deixemo-nos de encher o saco.
Não me subirá a nota, não sem algum comentário do tipo "a mim não me importam as notas; vê-se que a ti se", tudo entre semisonrisas e aparente cordialidade rastrera que forrada, claro que me importam as notas (caralho), se a ti não te importam põe-me o 10 e acabemos com isto, total se despedirá com uma anedota, ao que sorrirei cordialmente; eu pensava: a próxima vez que se me ocorra a horrível e deleznable idéia de pedir que revisem a nota, vou ir direto ao centro do assunto, ou seja, vou ir à faculdade portando um arma chea de rosas. Ainda que tenha que reservar o último tiro do perfume para o parvo especulador que sou.Como consolo desestresante para esta desagradável fricção -que, repito uma vez mais, operou coberta da maior amabilidade-, voltarei ao trabalho cantando na bicicleta uma canção de Celine Dion que começa dizendo:

"I´m alive"

lunes, 24 de marzo de 2008

Sementeira


Apóstol teu, anque o máis ruín de todos,
pra onde quer levarei teu Evanxelio,
o fatelo vistindo de inominia
que pra mofa nas costas che puseron.

No teu nome, por terras e por mares,
ofercerei paz e salú ós enfermos,
falareilles da patria ós desterrados,
de libertade e redención ós servos.

Anunciarei o día do teu trunfo
por cibdades e vilas e desertos,
e si por te anunciar me apedrearen,
¡inda ó morrer te mentarán meus beizos!

(Manuel Curros Enríquez)

domingo, 23 de marzo de 2008

Adios ríos, adios fontes

Adiós, ríos; adios, fontes;
adios, regatos pequenos;
adios, vista dos meus ollos:
non sei cando nos veremos.
Miña terra, miña terra,
terra donde me eu criei,
hortiña que quero tanto,
figueiriñas que prantei,
prados, ríos, arboredas,
pinares que move o vento,
paxariños piadores,
casiña do meu contento,
muíño dos castañares,
noites craras de luar,
campaniñas trimbadoras,
da igrexiña do lugar,
amoriñas das silveiras
que eu lle daba ó meu amor,
camiñiños antre o millo,
¡adios, para sempre adios!
¡Adios groria! ¡Adios contento!
¡Deixo a casa onde nacín,
deixo a aldea que conozo
por un mundo que non vin!
Deixo amigos por estraños,
deixo a veiga polo mar,
deixo, en fin, canto ben quero...
¡Quen pudera non deixar!...
.........................................
Mais son probe e, ¡mal pecado!,
a miña terra n'é miña,
que hastra lle dan de prestado
a beira por que camiña
ó que naceu desdichado.
Téñovos, pois, que deixar,
hortiña que tanto amei,
fogueiriña do meu lar,
arboriños que prantei,
fontiña do cabañar.
Adios, adios, que me vou,
herbiñas do camposanto,
donde meu pai se enterrou,
herbiñas que biquei tanto,
terriña que nos criou.
Adios Virxe da Asunción,
branca como un serafín;
lévovos no corazón:
Pedídelle a Dios por min,
miña Virxe da Asunción.
Xa se oien lonxe, moi lonxe,
as campanas do Pomar;
para min, ¡ai!, coitadiño,
nunca máis han de tocar.
Xa se oien lonxe, máis lonxe
Cada balada é un dolor;
voume soio, sin arrimo...
¡Miña terra, ¡adios!, ¡adios!
¡Adios tamén, queridiña!...
¡Adios por sempre quizais!...
Dígoche este adios chorando
desde a beiriña do mar.
Non me olvides, queridiña,
si morro de soidás...
tantas légoas mar adentro...
¡Miña casiña!,¡meu lar!

(Rosalía de Castro)


sábado, 22 de marzo de 2008

Pobriña da tola

Non teño parentes, amores nin chouza, de aldea en aldea, parroquia en parroquia
ando polo mundo arredada e soia, e xanto, cando atopo, cunha almiña boa
que polos seus mortos, bótame de esmola, a cunca do caldo e o anaco de broa.

Durmo nos camiños érgome coa aurora, lávome nas fontes de crara auga morna,
e as noites que a lúa loce briladora, como nun suspiro, paso as horas mortas,
mirando pra ela, cantándolle copras, lúa, lúa branca, como me namoras,
Lúa, lúa branca, como me namoras.

Os cans que me ladran e os nenos que xogan, , tirándome pedras, chamándome tola, atraveso veigas, rubo corredoiras e salto valados, cobertos de roxas espiñas de estripos e ortigas treidoras, que fírenme a carne e ráchanme a roupa...
...A roupa dos probes, que nunca foi nova.

A xente do mundo que din que está corda, marmura ao toparme, "probiña da tola", e non é verdade... Abofé... Abofé que estou corda. Si a xente o soupera.

Cando camiñando paso po-las hortas, a tempo que a xente,
turra da espiocha, ou cava patacas, ou pranta cebolas,
sempre hai un que diga, "Onde vades Rosa"
E eu que nunca quixen andar con parolas. "Demo de xudío"... A ti, que che importa.
E sin máis palique, vírome de costas, mais ben me percato facéndome a sorda,
que queda dicindo..."Probiña da tola".

O conto é que un fillo, (bo mozo), da zona do pazo da Gándara,
andúvolle as voltas. As cousas do mundo e o triste da historia,
foi que o mozo o irse, "deixouna sin honra"...
Eu non me recordo, bah... ¿Quen se recorda?
pero eu non acerto, qué ten esa historia, que cando contala, tristeiros escoitan,
namentras eu saio, correndo, da horta,
os homes salaian, e as vellas e as mozas, co mandil nos ollos, doloridas choran,
decindo en voz baixa... Probiña da tola.

A xente do mundo que din que está corda, marmura ao toparme,
"Probiña da tola"... E non é verdade...
Abofé que estou corda...Si a xente soupera.

Que non é verdade, abofé estou corda, si a xente soupera que eu vivo na groria,
cando a noite cobre o pinal de sombras, dúrmome nun leito de fiunchos e follas,
e a pouco desperto, e vexo unha pomba, que baixa do ceo, voa que revoa,
e ven no meu colo pousarse, e mimosa, rúbeseme o peito
e bícame na boca, fálame dos anxos da Nosa Señora
e todas as noites, ven a branca pomba, e comigo fala, e comigo xoga.
Até que alumeando o pinal la aurora, rube cara ao ceo voa que revoa
Por eso me río, cando "Meigas fora"
A xente do mundo que din que está corda.. Marmura ao toparme...
..."Probiña da tola"

(Ramón Cabanillas)


viernes, 21 de marzo de 2008

Alcohol o Cocaína ¿De cual quieres morir?


ALCOHOL

El alcohol es quizás la droga con mayor número de mecanismos de acción sobre el sistema nervioso central y la que más diversos y graves trastornos mentales produce, cuando no los agrava en aquellos que abusan y dependen de él de forma secundaria a una enfermedad mental previa.

Entre las enfermedades mentales que el alcohol provoca destacan:

  • Delirium tremens.
  • Demencia.
  • Trastorno amnésico.
  • Trastorno psicótico.
  • Trastorno afectivo.
  • Trastorno por ansiedad.

Pautas del consumo de alcohol en España


  • España es uno de los principales países consumidores de alcohol.
  • Ha disminuido el consumo de alcohol en los últimos años.
  • El consumo de alcohol de manera habitual es del 53.2%.
  • El consumo de alcohol es mayor entre los hombres (70.8%) que entre las mujeres (36.7%) y en edades comprendidas entre 36-45 años (80.1%).
  • Se ha producido un aumento del consumo de alcohol los fines de semana y un aumento del consumo de cerveza.
  • El 2.8% de los hombres y el 0.3% de las mujeres son bebedores de riesgo.
  • El 5.4% de la población adulta tiene problemas relacionados con el alcohol.
  • La mortalidad relacionada con el alcohol es del 6%.

COCAÍNA

Efectos en el organismo

Cuando sospechar que alguien está consumiendo cocaína

Existen una serie de signos y síntomas que cuando aparecen pueden ser sugerentes del consumo de drogas de abuso en general pero que también pueden aplicarse a la cocaína:

  • Pérdida de apetito.
  • Adelgazamiento llamativo en poco tiempo.
  • Cambios de humor importantes, de modo que el consumidor de cocaína puede oscilar entre un estado de hiperexcitación y depresión.
  • Disminución de la capacidad de concentración.
  • Una mayor irritabilidad o incluso agresividad.
  • Pérdida de interés por los amigos o por los acontecimientos sociales.
  • Alteraciones del sueño.
  • Dificultades académicas.
  • Pérdida de empleo y dificultades económicas.
  • Problemas conyugales o de relación con la pareja.
  • Cansancio crónico.

Pautas del consumo de cocaína en España

La tasa de consumo de cocaína en España entre los ciudadanos de 15 a 64 años ha superado, por primera vez en la historia, la de Estados Unidos y cuadruplica la media europea, según ha informado la ONU.

En España se observa un aumento del consumo de la cocaína, de forma que ya más de uno de cada cinco consumidores europeos se encuentra en este país.

"El abuso de drogas es un problema que puede prevenirse, tratarse y controlarse. Pero mientras los esfuerzos se han centrado en reducir el suministro, el gran reto para el control global de las drogas es reducir la demanda"

Fuentes: El Mundo, El País, Saludalia

martes, 11 de marzo de 2008

My favourite city is Santiago de Compostela.


El siguiente texto es una redacción para la asignatura de Inglés. Se admiten comentarios y mejoras.

Santiago de Compostela (also Saint James of Compostela) is the capital of the autonomous community of Galician. Not just because I was born there. Its older part (around the cathedral), its streets and houses are made of stone, many centuries ago. I love it. It's green and cute and pretty and quiet. Go out at night and see that there's even more life than during the day. I remember the school in Santiago, because it has beautiful green trees and grass and gardens with blooming flowers.

Santiago is UNESCO heritage, pilgrimage destination, cultural capital and example of historical, urban and environmental regeneration. Santiago de Compostela has a rich history that is reflected in its many churches, monasteries, palaces, plazas, museums, etc. The city has a university tradition (one of the oldest universities in Spain) with innovative business initiatives and with technological and scientific resources.

Close by are mountains, Atlantic beaches, beautiful outdoor scenery, and a variety of quaint villages and towns. Santiago de Compostela has a population of over 120,000 people.

The most famous is the old quarter and of course the Cathedral. The cathedral is the final destination for thousands of Christian pilgrims who walk the "Way of St. James (Camino de Santiago)".

Located 30 km from the coast, Santiago de Compostela is Galicia’s genuine international holiday destination and is the region's capital with the parliament (or "Xunta") of Galician using the city as its home. Regional television and media organizations are also based in Santiago.

There is no limit to what you can see and do in Santiago.

To be concluded. – Santiago is monumental, great food, nice locals, and beautiful countryside. It’s a well hidden secret in Spain. This city is so serene, peaceful, beautiful, and fabulous.

lunes, 10 de marzo de 2008

Enhorabuena


Enhorabuena.Todavía no sé qué me vas a preguntar, pero me opongo...

La frase anterior debería ser la contestación de un típico político, pero hay que ser dignos y reconocer la victoria del oponente o enemigo (no confundir con el "todo vale").

Se abren nuevamente 4 años de legislatura y hay que dejar pasar al menos la tregua o "100 días" de andadura para empezar a ver el camino que toma la nueva coyuntura política.

Sin lugar a ninguna duda hay que reconocer que la victoria de ayer ha sido democrática, no comparable para nada a la de las elecciones del 2004 en la que debido al atentado de Madrid no se podía decir que las elecciones hubiesen sido ganadas con dignidad.

El mapa político que se abre no es para nada semejante al de la anterior legislatura y, a pesar de la derrota electoral, creo que habrá menos confrontación por parte de todos los partidos.

Los acuerdos postelectorales nos dibujan un panorama a medio plazo bastante halagüeño. Según mi opinión durante los primeros 3 años se abordarán temas de carácter económico (la crisis ya ha comenzado), territoriales (el mapa político no está tan cargado de minorías desestabilzantes), e irá pasando de una manera pausada. El último año será, como suele pasar entes de nuevas elecciones, de confrontación preelectoral.

Las alianzas tampoco me dan ningún tipo de miedo. CiU es un partido moderado y siempre ha sabido estar a la altura de las circunstancias. Creo que sabrán rentabilizar sus votos y no van a tomar determinaciones apresuradas en vías de unas elecciones anticipadas en Catalunya, que se preveen antes de finalizar la legislatura catalana.

Además teniendo en cuenta la caída "en picado" tanto de IU y de ERC motivo del que por supuesto me alegro muchísimo, se abre un futuro de menos confrontación y por el efecto tiempo esos partidos minoritarios estarán inmersos en una lucha por no desaparecer y por ende llegarán incluso a no ser más que un testimonio simbólico de lo que creían ser. Así en algunas comunidades podremos vivir, espero, un poco más tranquilos y no ser repudiados como la peste por pensar lo que piensa una gran mayoría del electorado.

La entrada del UPyD, en un futuro partido bisagra, de Rosa Díaz de un carácter esperemos moderado (como lo fue en su día el por mi añorado Partido Reformista de Miquel Roca) hacen entrever una consolidación definitiva del bipartidismo en toda España a excepción de Catalunya y Euskadi. No conozco el caso del PNV, pero por vivir en Catalunya estoy convencido de la prudencia y la visión de estado de CiU.

O sea y en definitiva, creo que han sido unos resultados tristes, en cierta manera, por no haber visto al PP ganador; pero al mismo tiempo esperanzadores puesto que abren un futuro más tranquilo para los próximos 4 años en el terreno político.

Cómo sé que me van a cuestionar el no ser un poco más radical, siempre me queda la primera frase de este post: "
Todavía no sé qué me vas a preguntar, pero me opongo..."


sábado, 8 de marzo de 2008

Durme meu neno durme



Durme meu neno, durme
sen mais pranto,
que o tempo de chorar-e
vai pasando.
Que a terra na que vives,
non quer bágoas,
percisa homes inteiros
pra libertala.
Durme meu neno, durme
colle forzas,
que a vida que che agarda
pide loita.
Recollera-lo froito
sementado,
no inverno escuro e frio,
no que estamos.



Semente feita en sangue por un pobo
que xurde dende a historia, dende o sono
un sono cheo de aldraxe e miserento,
un sono de inxusticias e silencio.
Mira a lingua que falo, despreciada
por ser lingua de probes, lingua escrava,
son o orgullo que temos, lingua e probes.
So neles hai verdades e mais honores.
Durme meu neno, durme, niste colo,
que esta terra de escravos non ten odio.
Ten séculos de espranza, agardada,
que pon hoxe nos fillos que amamanta.

Fonte.- Fuxan os ventos

viernes, 7 de marzo de 2008

Dos formas de ver la muerte



Aquí podemos apreciar dos formas diferentes de ver la vida y la muerte.

  • PP.- Página de acceso web el día del asesinato de Isaías Carrasco. EL PP sin propaganda electoral.
  • PSOE Página de acceso web el día del asesinato de Isaías Carrasco. El PSOE con propaganda electoral.
No hacen falta más comentarios.
Tanto en la vida como en la muerte, el PSOE siempre pensando en la rentabilidad política y en arrancar un puñado de votos.

JUNTOS


D.E.P. Isaías Carrasco


Es un día triste para la democracia. Durante unos momentos, los grandes partidos se han unido para condenar el atentado. Pero aún de cuerpo presente, algunos ya aprovechan el momento para excusarse o para sacar tajada. ¡Qué pena!.

Con el terrorismo no se puede negociar. Mucho éramos los que esperábamos un atentado, y llegó como pretendían "ELLOS", y me refiero con eso a los que apoyan a ANV, PCTV & asociados.

Apoyo totalmente las palabras de Rajoy en su comparecencia, como HOMBRE DE ESTADO y lamento que tengamos que esperar algún suceso trágico para cambiar el rumbo de nuestras actuaciones. Prevenir antes que curar.

Los demócratas, de derechas o de izquierdas, deseamos que la unión haga la fuerza y que ETA no marque ni la agenda política ni nuestras vidas.

El Sr. Isaías Carrasco era antes que político, una persona. Y cómo tal hay que pensar que estamos todos preparados para recibir esas balas.

Lo más penoso y patético es como esos carroñeros asesinos lo hacen delante de la familia y sobre todo de la hija que estaba a su lado viendo el asesinato. Ahí se ve de que "calaña" son los terroristas.

¡NINGUNA NEGOCIACIÓN CON ESOS BASTARDOS!.

jueves, 6 de marzo de 2008

Aínda temos espranzas


Galicia pode aspirar a máis: a acadar soldos tan altos como os do resto dos españois; a ter prestacións sanitarias á altura das súas necesidades; a acadar pensións tan altas como no resto de España; e a ter as mesmas infraestruturas que o resto.

Mexan por nos e din que chove.

miércoles, 5 de marzo de 2008

GOOGLE


No se pierdan lo siguiente. ¡Pruébenlo!

Hagan lo siguiente:

  1. Abrir: google www.google.es
  2. Escribir: no encuentro la pagina de los cojones
  3. No dar Enter, sino pulsar sobre el botón 'Voy a tener suerte'
  4. Fijarse bien en lo que dice
  5. Leer despacio el mensaje.

¡¡¡ Otro aplauso para Google !!!

ZP: Por la paridad en el paro


Propuesta del PSOE en relación al paro: aplicar la "Ley de Igualdad en referencia al paro".

Explicación de esta ley: En total, a cierre de enero de 2007 había en España 1.273.249 mujeres desempleadas, mientras que entre los hombres el paro se sitúa en 809.259 desempleados.

Aplicación de la ley de igualdad del PSOE.-
Debido a la coyuntura actual y que gracias a nuestra eficacia la economía está en "tímida" recesión, proponemos a partir de ahora la supresión de 463.990 puestos de trabajo masculinos para equiparar los índices.

Como futuro Presidente del Gobierno, aseguro que lo conseguiremos.

VOTA ZP. Vota PSOE.


martes, 4 de marzo de 2008

Cultura castrexa



Recebe o nome do asentamento típico, unha vila con vivendas de formas redondeadas no seu interior e unha muralla defensiva. A metade están localizados en ladeiras e unha cuarta parte nas cumieiras de outeiros; hai-nos en meandros e chairas e un número reducido en penínsulas e illas. Polo xeral, os castros ocupan terrenos de val, en conexión con terras produtivas para a agricultura e con boa visibilidade sobre o contorno. O recinto superior (croa) rodea-se de socalcos, nos que se situan as construcións. Cada unha destas partes pode estar limitada por murallas, parapetos ou foxos. Às veces existe un antecastro, tamén amurallado mais sen construcións. As murallas non cumprian necesariamente unha función defensiva, senón que constituian, ademais do limite da zona urbanizada, unha manifestación da riqueza dos seus habitantes. No milenio no que se estende a cultura castrexa distinguen-se catro etapas: formación (VIII-V), desenvolvemento (V-I), apoxeu (I aC-meados do I dC) e romanización e declíno. Calcula-se a existencia duns 3.000, dos que entre a metade e os dous térceos estaban habitados simultaneamente no cámbio de era. Durante a Idade do Ferro non se coñecen asentamentos abertos, sen fortificar - os castros son o modelo de asentamento xeralizado. Descoñecen-se tamén os costumes funerários dos castrexos.

Fonte.- GALIZAWEB


ALEA JACTA EST


La suerte está echada.

No importan los datos ni las ideas que aporte uno u otro partido.

En el debate televisado de ayer por la noche ganó sin duda ZP por haber conectado físicamente y no ideológicamente con el público. Lleno de mentiras o de demagogia... eso no importa, pero ha gustado más a los futuros electores. Llamémosle imagen en vez de ideario. Mucha veces la gente vota por las nuevas maravillas del mundo, el festival de eurovisión u operación triunfo porque es más fácil asimilar el contenido. Muchos votos en tiempos de Felipe González fueron emitidos porque era más "guapo" que su adversario... No importaba si era o no más "imbécil".

Cuidar la imagen es fundamental y en ese aspecto ZP jugaba con ventaja. En TV no importan las ideas, sino la forma de presentarlas.

Hay que prepararse para las próximas elecciones. La presidenta del nuevo gobierno de aquí a cuatro años se llamará Esperanza...

Ayer ya se atisbó el comienzo de la campaña para las elecciones del 2012 por parte de ZP. Ya no lo ve tan claro como con Rajoy.

Ánimo "Espe". ¡¡¡Tu si que vale!!!.

Al fin ahora podremos volver a la "vida normal" y los políticos nos abandonaran...esperemos... hasta los próximos 4 años.

lunes, 3 de marzo de 2008

Os primeiros humanos da Galiza


Na Galiza, os vestixios máis antigos de humanos son útiles tallados en cuarcita (da sociedade paleolítica) que se localizan en todo o litoral, destacando os atopados nas Gándaras de Budiño (Pontevedra). A escaseza de covas dificulta a localización de lugares de hábitat e sen poucas zonas ben prospectadas; cando isto ocorre, como é o caso dos arredores de Vilalba, atópanse indicios de presencia humana, o que indica que o poboamento iríase estendendo cara o interior a medida que avanza o período paleolítico.

Arredor do 6.000 a.C. comezan a detectarse na vertente mediterránea da Península indicios do cambio que supuxo a revolución neolítica: cultivo da terra, doma de animais, inicio da metalurxia, útiles máis complexos,... mais na Galiza a introdución da agricultura segue presentando moitas dificultades no seu estudo por falta de vestixios claros.

Durante o calcolítico ou Idade do Cobre tivo aparición a cultura megalítica. Na Galiza consérvanse varios miles de construcións megalíticas, especialmente as de finalidade funeraria: antas (construcións con cámara de grandes pedras que poden ter un corredor de entrada) e mámoas (túmulos de terra de planta redondeada e sección semicircular que protexen a construción interior). Ó longo do tempo estas construcións foron evolucionando dende as iniciais (3500 a.C.), formadas só pola cámara, ás que se completan cun corredor (2500-2200 a.C.) e xa as de fase final, de menor tamaño e plantas rectangulares (2000-1800 a.C.). Os enxovais funerarios (atopados nas escavacións de antas como Dombate, Argalo ou Parxubeira) estaban formados por fermosas pezas de pedra lascada e pulimentada, cerámicas lisas e decoradas de variadas formas, doas de colar, figuriñas a xeito de ídolos,... Ademais das antas, consérvase na Galiza algunha pedrafita e, até hai uns anos, varios círculos líticos (está na actualidade en perigo un en As Pontes por mor da construción dunha autovía). Coincidindo coa fase final do calcolítico e os inicios do bronce (2300-1400 a.C.) estendeuse por gran parte da Península e de Europa un tipo de vasilla, o vaso campaniforme, así chamado pola forma que presenta e que na Galiza está asociado aos megálitos (tamén foron atopados varios en As Pontes, un dos cales foi perdido pola USC).

Na Galiza, a metalurxia do bronce (1800-1000 a.C.) está documentada pola aparición de pezas (espadas, coitelos, braceiras...) moi descontextualizadas, de xeito que descoñecemos case todo o referente aos hábitats e costumes daqueles pobos. A esta cultura atribúese o meirande tesouro en ouro prehistórico galego -o tesouro de Caldas de Reis-, así como tamén moitos gravados en pedra ó ar ceibe -os petroglifos-, moi abundantes na actual provincia de Pontevedra, e que destacan os motivos animais (especialmente cervos) e xeométricos (círculos, espirais).

Fonte.- BLOGOTECA

domingo, 2 de marzo de 2008

Miña nai


Miña nai, miña naiciña
Como a miña nai ningunha
Que me quentou a cariña
Co calorciño da súa
Co calorciño da súa

sábado, 1 de marzo de 2008

Cansanci: "comme d´habitude"


Arribo a casa com de costum
Miro els quefers per demà. Després de l'estudi i el treball, el dia d'avui solament em deixa temps per a raspallar-me les dents i ficar-me al llit. Si almenys aquests mesos passessin veloços, podria encarar el pròxim any amb més optimisme. Les factures arriben sense parar... No veig de moment cap sortida a la millora... La política no va a canviar aquest estat de descoratjament. Sempre em quedarà el consol de veure als nens créixer...
Vaig a escoltar
una cançó i seguir "my way".


DEBAT a TV3


No fa falta preguntar-me per les meves intencions polítiques en quant que per descomptat saben votaré a Mariano Rajoy, però intentaré donar un marge de confiança i ser els més objectiu en la meva impressió del debat d'ahir a TV3.

Atès que es tracta d'unes eleccions a nivell estatal, està clar que a nivell espanyol solament hi ha dues opcions: Rajoy o Zapatero.

Però ahir després de veure el debat en TV3 i de discutir amb amics que per descomptat no estan en la meva ona política hem arribat a la següent conclusió:

El debat ho va guanyar per majoria simple el Sr. Duran i Lleida i de Segon a poca distancia el Sr. Ridau.

Han donat una imatge de serietat, de saber estar i de respecte.

La meva pregunta a aquests amics va ser la següent:

Com han vist als participants si no els relacionem amb els seus partits polítics?

Em diran que estadísticament això no és viable. Com he dit al principi, no qüestionem les idees dels seus respectius partits, sinó les persones.

Del Sr. Duran no fa falta dir gens en la seva contra, ja es veu en la seva forma de parlar i d'actuar que és un cavaller. Jo mai votaria a ERC però he de reconèixer que el Sr. Ridau és un gran orador i no em semblava estar escoltant a un polític d'aquest partit.

Els altres tres no han donat la talla en cap dels casos.

Bravo Sr. Duran i Lleida i bravo Sr.Ridau.